Já tem alguns anos que li os textos de Greg Behrendt & Liz Tuccillo, mas só ontem a lerda aqui assistiu a esse filme baseado no tal livro "Ele não está tão a fim de você". Pááá na minha cara! kkkkkk... Preciso dizer que adorei, minha gente? Simplesmente amei e, claro, me identifiquei com várias situações! Histórias da vida real, a vida como ela é, verdades nuas e cruas... Ótimo para eu repensar certas coisas e firmar o golpe em algumas decisões/mudanças recentes!
Empolgada com o filme, peguei o livro e reli marcações feitas por mim. Mais: resolvi transcrever algumas delas aqui no blog. Por quê? Por nada, à toa mesmo, rs... Ou talvez para ressaltar dicas que parecem bem apropriadas para mim no momento, solteira há mais de três anos e, de uns meses para cá, lidando com homens que não estão tão a fim de mim, rs...
# Saia dessa, garota! Chega de prejuízo, não desperdice seu tempo. Para que ficar em um limbo de relacionamentos esquisitos se você pode mudar para um território que será com toda certeza muito melhor?
# Bom é aquele cara que quer você, telefona para você, faz com que você se sinta totalmente sexy e desejada. (...) Eu sei. Estar com alguém a cada duas semanas, uma vez por mês, receber um pouquinho de amor e carinho, pode ajudá-la a viver um dia, ou uma semana, ou um mês... Mas será que vai servir para uma vida inteira?
# Cuidado com a palavra "amigo". Muitas vezes pode ser usada por homens, ou mulheres apaixonadas por eles, como desculpa para o comportamento menos amistoso que existe. Eu, pessoalmente, quando escolho amigos, prefiro os que não me fazem chorar.
# Entendi. Você pode se sentir um lixo e estar sozinha. Ou se sentir um lixo e pelo menos ter alguém com quem passar os fins de semana. Entendi. Parece que talvez seja um bom negócio, exceto porque significa que as únicas duas opções que você dá a si mesma resultam na sensação de ser um lixo.
# Você pode levar mais tempo para encontrar sua autoestima perdida do que um novo namorado, por isso reavalie suas prioridades baseada nessa premissa. Se ficar tentada a passar muitas noites apenas enroscada com alguém, compre um cachorrinho. (...) Você escolheu um limão azedo. Jogue-o fora. Você está superestimando a limonada.
# Se ele sentir sua falta, ele pode dar um jeito na vida dele e telefonar para você quando estiver com as ideias mais claras. Enquanto isso não acontece, você tem coisas muito melhores para fazer, inclusive sair e comprar um ingresso para uma peça de teatro bem melhor do que essa.
# Há momentos em que toda ajuda psicológica do mundo não resolve nada. Por vezes, é preciso que o tédio se instale. Você se aborrece de ter sempre menos do que todo mundo parece ter, menos do que aquilo que deseja. Então, começa a pensar que talvez mereça coisa melhor, não porque aprendeu a amar a si mesma (...), mas simplesmente porque ficou entendiada. Entediada com o mesmo tipo de sofrimento repetido.
E então? Aprendeu, Srta. Cortines?
Em caso negativo, releia quantas vezes forem necessárias...
























